18 agosto, 2010
12 agosto, 2010
03 agosto, 2010
06 julho, 2010
09 junho, 2010
EXCEDEUS
08 junho, 2010
10 maio, 2010
04 maio, 2010
15 abril, 2010
31 março, 2010
02 fevereiro, 2010
BRAÇOS SECOS
Braços secos, sem óleos,
testemunham e arranham a dor do céu
passos, ecos nus, velhos,
veste cunham, lacribanham - cor de mel
texto e imagem de Roberto Englert
13 janeiro, 2010
12 janeiro, 2010
31 dezembro, 2009
11 dezembro, 2009
01 dezembro, 2009
30 novembro, 2009
25 novembro, 2009
23 novembro, 2009
Sento e um, dois e três!
A vida é terno e vibrante balanço
Que nos lança no espaço, além da poça
E não há como ou quem lhe possa
Impedir o eterno e cativante avanço
Tua alma curiosa sobre-existe
Teu tenaz e simples exemplo
Com ele, tio Oswald, erigiste
À eternidade, grandioso templo
texto e imagem: Roberto Englert
21 novembro, 2009
15 novembro, 2009
11 novembro, 2009
10 novembro, 2009
03 novembro, 2009
26 outubro, 2009
ANACONDAS E BELICHES
uma vez
a onda era
lá, no fundo da mente,
uma fera - anaconda -
que se contorcia como louca
e abria a boca
(eu era um sanduiche),
se eu não mergulhasse
heroicamente,
me engolia.
...
na infância,
o relevo revela
maior relevância
...
tal qual o beliche,
caverna e escarpa fria,
que eu temia
e teimava explorar
...
texto e imagem de Roberto Englert
17 outubro, 2009
10 outubro, 2009
MENINA DE ALICE
Lês o sentimento cursivo da lágrima
Engarrafas o mundo em genioso olhar
Indefeso afeto
Olho em riste
Arrasta-me para o poço dos desejos secretos
texto e imagem: Roberto Englert
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